Produção artesanal ganhou terreno na última década e leis foram criadas para regulamentar atividade.

O queijo é um dos alimentos mais apreciados e presentes na mesa dos brasileiros. Desde os mais tradicionais, passando pelos especiais, exóticos, até chegar aos artesanais, o alimento é imprescindível no dia a dia. Nos últimos anos, o queijo artesanal começou a ganhar terreno e junto com ele, começou a ganhar força um movimento para regulamentar em todo o território nacional esse tipo de produto. Um exemplo é o Queijo Artesanal da Canastra. Hoje premiado, o queijo produzido na região chegou a ser considerado clandestino.

As histórias que levaram a essa mudança estão sendo contadas pelo G1 no especial “Minas dos Queijos”, que mostra a tradição da produção de queijo no Sul de Minas. As reportagens apresentam os detalhes da produção industrial e artesanal nas cidades da região, a influência europeia na fabricação do produto e a luta de produtores artesanais em busca de regulamentação e reconhecimento para produzir e vender para todo o país. O especial traz também dicas de harmonização e culinária envolvendo as diversas nuances do queijo.

A primeira lei que entrou em vigor visando normatizar a produção de queijos no Brasil foi sancionada em 18 de dezembro de 1950 pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra e regulamentada em 1952, já no governo Getúlio Vargas. Conforme a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), a Lei 1.283 permitia a produção e comercialização do queijo minas artesanal, desde que ele fosse maturado por no mínimo 60 dias e recebesse o Selo de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura.

Mas segundo produtores, na prática, essa legislação beneficiou os laticínios, de produção industrial, em detrimento da produção artesanal, já que era praticamente impossível os pequenos produtores conseguirem o selo. Toneladas de queijos artesanais, em estado próprio de consumo, chegaram a ser descartados por não terem o SIF.

Quatro membros de um coral foram mortos em um acidente quando chegaram à Igreja Batista Monte Sião, no Condado de Dinwiddie, Virgínia, onde eles deveriam cantar para uma reunião de avivamento.

Assim que a van da igreja virou para entrar no estacionamento da Igreja Batista de Mount Zion, um caminhão puxando um contêiner cheio de metal bateu nela, matando quatro das 11 pessoas no interior, disse a polícia do Estado da Virgínia ao The New York Times.

O acidente, registrado na noite da última terça-feira, 28 de maio, aconteceu por volta das 18:54. As vítimas foram identificadas pela polícia como James Farley, 87; Wartena Somerville, 36; Delois Williams, 72; e Constance Wynn, 85 anos, todos membros da Igreja Batista de Shiloh em Blackstone, Virgínia.

“Um furgão Ford multi-passageiro E-350 estava viajando para o oeste pela Route 460 quando diminuiu a velocidade para virar à direita em um estacionamento da igreja”, disse o porta-voz da Polícia Estadual da Virgínia à emissora CBS 6. “Um caminhão Ford F-450 puxando um trailer carregado com metal não conseguiu parar a tempo e fechou a van. O impacto do acidente fez com que a van capotasse várias vezes antes de finalmente parar do lado direito”, acrescentou.

O pastor Joseph Fields da Mount Zion Church, que conhecia Williams e Farley, disse à CBS 6que estava cumprimentando as pessoas que participaram da reunião de avivamento quando ouviu um forte estrondo, e então descobriu a van abandonada da igreja ao seu lado.

 

Ele e outros correram para ajudar, mas não conseguiram abrir as portas do veículo. Foi quando ele alcançou a van e começou a pegar as mãos, incluindo as de Farley, e orou a Deus pedindo ajuda.

“No momento em que eu estava fazendo toda essa oração, vou lhe contar a verdade de Deus, não sabia que alguém havia falecido”, disse Fields. “Fiquei chocado quando disseram que quatro pessoas passaram (sic). Eu fiquei literalmente chocado”, disse Fields.

Lafayette Dickens, outro membro do coral de Shiloh Baptist que viajou para o evento em seu próprio carro e chegou logo após o acidente, disse que foi surpreendido: “Eu estava vindo do trabalho e pensei que iria para lá e que seria um programa rotineiro da igreja, porque nós cantamos em igrejas diferentes o tempo todo”, disse ele ao NY Times. “Eu pensei que ia ser como em qualquer outro momento, mas eu acho que o bom Deus tinha outros planos”.

Ele descreveu a cena como “muito ruim” e disse que “apenas tentou acalmar as pessoas que perderam seus entes queridos quando descobrimos quem eram”.

O prefeito de Blackstone, William D. Coleburn, disse que sua cidade de apenas 3.600 habitantes foi devastada pela perda dos membros do coral: “As pessoas que perdemos e as pessoas que foram feridas eram a nata da cultura. Bom povo temente a Deus que deixou sua igreja na noite de terça-feira aqui em Blackstone e percorreu 20 milhas na estrada para espalhar a boa Palavra para outra igreja”, lamentou.

O idoso James Farley era um ex-zelador da Igreja Batista de Shiloh; Warterna Somerville era uma professora de escola local com uma filha de 9 meses de idade; Williams era a presidente do conselho do diácono da igreja; e Wynn passou mais de duas décadas no conselho da cidade.

O marido de Wartena, Michael Sommerville, que retornou ao local do acidente na quarta-feira para procurar seu celular, disse que sua esposa estava sempre feliz: “Ela tinha um bebezinho. Ela nos abraçou e nos beijou antes de ir embora e acenar porque estava sempre feliz e sorria e acenava enquanto se afastava”, contou ele.

O motorista do caminhão que bateu na van da igreja foi identificado como Robert Lee Allen, de 47 anos, de Norfolk. Ele sofreu ferimentos leves e as acusações contra ele estão pendentes. Uma vigília em memória dos membros falecidos do coral foi realizada na Igreja Batista de Shiloh na quinta-feira, 30 de maio, de acordo com informações do portal The Christian Post.

Igreja proíbe fiéis de assistirem TV, irem ao cinema, cortarem o cabelo e usarem barba

 

Nos idos anos 1980 ainda era comum a ênfase de denominações pentecostais nas doutrinas de usos e costumes, que estipulavam uma espécie de código de vestimenta e conduta, proibindo que mulheres usassem calças e cosméticos, assim como o uso de barba para os homens. Agora, um ramo da Igreja Assembleia de Deus resgatou essa rigidez doutrinária.

A Convenção dos Ministros e das Assembleias de Deus no Estado do Mato Grosso (COMADEMAT), presidida pelo pastor Sebastião Rodrigues de Souza, divulgou uma resolução da Mesa Diretora enumerada 04/2019 para reafirmar sua posição doutrinária acerca de usos e costumes, estipulando diversas proibições aos membros da denominação.

As mulheres ficam proibidas de usarem o que se identificou como “trajes masculinos”, roupas curtas e/ou transparentes, decotes chamativos, maquiagem, sobrancelhas desenhadas e até o corte de cabelo.

Para os homens, as proibições abrangem o cabelo comprido ou cortes chamativos, camisas regatas, bermudas, shorts, barba e/ou cavanhaque, brinco e piercing, de acordo com informações do portal JM Notícia.

De maneira abrangente, a resolução proíbe a todos os membros de assistirem televisão, praticar qualquer tipo de jogo (desde videogames até futebol), “divertimentos mundanos” (como ir ao cinema, por exemplo) e até o uso de bateria nos cultos das congregações da COMADEMAT.

 

Essas proibições ultraconservadoras foram anunciadas a partir da interpretação dos líderes da denominação de versículos como I Coríntios 11: 14 e 15, I João 2:15 e 2 Timóteo 2:25 e 26.

Pastor Sebastião Rodrigues de Souza, que lidera a COMADEMAT é o atual 1º vice-presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), e nas eleições de 2018 foi um dos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Na resolução, o pastor argumenta que as proibições ligadas aos usos e costumes constantes da resolução “são princípios estabelecidos como doutrina na Palavra de Deus, e conservados como costumes desde de o início desta obra no Brasil”, apontando, por exemplo, que o uso da televisão pode estabelecer uma barreira entre o Lar e a Igreja.

Imagem da resolução sobre usos e costumes da igreja

O divórcio de Kleber Lucas e Danielle Favatto causou enorme repercussão nas redes sociais e também na Igreja Batista Soul, que precisou formar um conselho emergencial. Em comunicado nas redes sociais, o cantor e pastor admitiu uma traição no passado e colocou o cargo à disposição.

Kleber Lucas publicou um extenso comunicado em sua conta no Instagram, dividido em três partes, abrindo os detalhes que o levaram a tomar a decisão de se separar pela terceira vez.

No texto, o cantor e pastor diz que teve um caso extraconjugal há três anos com uma fã e que isso levou a “uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida”, assim como do líder de casais da congregação que ele dirige e de um amigo de confiança.

“Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar”, contou o pastor.

“No que tange a minha liderança, deixo a disposição do conselho emergencial da Igreja Batista Soul a decisão de seguir ou não me tendo como pastor, por entender que a Igreja Local é maior que o pastor”, acrescentou Kleber Lucas.

 

Confira a íntegra do comunicado divulgado nas redes sociais:

Carta aos familiares, à Soul, aos amigos e admiradores. É a vocês que me dirijo.

Sei que a notícia da minha separação surpreendeu grande parte do movimento social religioso, abalou muitos que nos seguem pelas redes sociais e que deixou admiradores e amigos aguardando um pronunciamento da minha parte antes mesmo de fazerem qualquer julgamento. 
Essa notícia chega juntamente com a notícia da mudança de endereço da Soul, agora localizada na Av. das Américas 20.007.

Sobre os fatos, gostaria de pontuar o seguinte:

1- Sim, é verdade que me separei do meu 3° casamento e a decisão foi minha.

2- Sim, é verdade que há 3 (três) anos atrás tive um envolvimento físico, não sexual, com uma fã após um evento. Algumas das consequências desse ato foram: – Uma dura repreensão pelo pastor da igreja da outra parte envolvida, com o testemunho de líderes da referida igreja, bem como do líder de casais da nossa comunidade Soul e de um amigo da minha confiança; – Na ocasião, fui orientado a confessar o ocorrido a minha esposa. Consequentemente, assinamos uma ata de confissão e fizemos um pacto de silêncio sobre o assunto; e
– Ao confessar tal atitude para minha esposa, sabia que corria o risco de ser difamado e terminar nossa relação, o que seria absolutamente compreensível. Ao contrário do que imaginei, ela decidiu me perdoar e me pediu que eu não falasse sobre o assunto com mais ninguém.

3- Os motivos que me levaram a separação são de foro íntimo. Contudo, esclareço que não foi por uma paixão repentina, nem por uma briga comum de casal, mas sim devido a um excessivo desgaste da relação, apesar das inúmeras tentativas de ajusta-la, após o episódio já relatado.

4- Importante destacar que pela minha ex-companheira manteríamos nossa relação, mesmo que aparente, em razão dos danos que poderiam ser causados na comunidade Soul e na vida de tantas pessoas que nos acompanham pela mídia. Porém, eu não consegui sustentar tal circunstância.

5- Em relação as fotos das minhas redes sociais, definitivamente não estou apagando a memória da minha história, da mesma forma como não consegui suprimir a memória dos dois outros casamentos que tive, em especial com a Mabeni, mãe dos meus dois filhos Rapha e Mi por quem nutro profundo respeito e cuidado por ser aquela que me deu minha maior riqueza e sentido para viver.

6- Sobre apagar as fotos da mídia da Soul, a decisão não foi minha mas do conselho emergencial da igreja, composto por pessoas que decidiram cuidar da comunidade entendendo que a Igreja Batista Soul é soberana em seus atos. Aliás, o patrimônio da igreja Soul não é meu, nem herança dos meus filhos e legalmente não me pertence.

7 – Ainda acerca da Soul, é oportuno afirmar que ninguém foi excluído da comunidade e que não houve uma escolha da comunidade por mim e a rejeição por minha ex-esposa, senão um desligamento voluntário dela e de algumas pessoas pelas razões que não cabe a mim responder. A decisão de seguir na caminhada Soul é voluntária e cabe a cada um fazer a escolha de permanecer ou não.

8 – No que tange a minha liderança, deixo a disposição do conselho emergencial da Igreja Batista Soul a decisão de seguir ou não me tendo como pastor, por entender que a Igreja Local é maior que o pastor. A propósito, em linha com minha postura de transparência, uma comissão está sendo criada pelo conselho para checar toda movimentação feita por mim, diga-se de passagem, por necessidade, pois tenho gerido a igreja, desde a saída da nossa administradora, encargo este, que tem me desgatado profundamente, tendo em vista não ser meu dom.

9- Aos familiares (meus e de minha ex-esposa) peço perdão por uma decisão tomada por mim e que sei que os decepciona tanto. Sei que vocês não são obrigados a me perdoar, mas compete a mim reconhecer meus erros e pedir perdão.

10- À Igreja Batista Soul peço perdão e me disponho a dar qualquer satisfação àqueles que são membros da nossa comunidade. Deixo também aos membros da Soul a decisão de seguir me tendo como pastor ou não, em assembléia extraordinária que será comunicada aos membros que ficaram, pelo Conselho emergencial.

11 – Aos amigos e admiradores minhas sinceras desculpas pelos fatos ocorridos.

Por fim, termino dizendo que minha caminhada seguirá sendo pastor daqueles que me reconhecem como pastor, sendo cantor daqueles que me reconhecem como cantor e sendo um homem que tem sonhos, desejos e que não desistiu da vida, nem de Deus e nem da Igreja.

Kleber Lucas, Pastor e Cantor

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