O cantor Kirk Franklin exaltou “Jesus, o Rei” ao receber a premiação do Grammy 2020 na categoria Melhor Performance Gospel com a música Love Theory. “É tudo sobre Ele”, acrescentou o experiente artista.

A cerimônia de entrega do 62° Grammy Awards ocorreu no último domingo, 26 de janeiro, em Los Angeles. “A música gospel tem tantos talentos incríveis e estou muito feliz por estar nessa categoria, com alguns dos melhores de todos os tempos”, disse o cantor.

“Sou fã de todos esses homens incríveis e mulheres que eu conto ao mundo sobre Jesus, o rei, porque é tudo sobre ele, amém?”, acrescentou Kirk Franklin, que concorreu com Gloria Gaynor e Yolanda Adams (Talkin ‘About Jesus), Travis Greene e Jekalyn Carr (See The Light), Koryn Hawthorne e Natalie Grant (Speak The Name) e Tasha Cobbs Leonard (This Is A Move – Live).

Kirk Franklin também ganhou o Grammy de Melhor Álbum Gospel por “Long Live Love”, de acordo com informações do portal The Christian Post. Ele concorreu com o projeto Donald Lawrence Presents the Tri-City Singers com o disco “Goshen”, Gene Moore com “Tunnel Vision”, William Murphy com “Settle Here” e CeCe Winans com “Something’s Happening! – A Christmas Album”.

A cerimônia de premiação foi marcada pelo luto pela morte de Kobe Bryant, e Kirk Franklin enviou condolências à família e disse estar orando pelo consolo deles. A filha do ex-jogador, Gianna, também morreu no acidente de helicóptero ocorrido horas antes.

A cantora norte-americana Gloria Gaynor, mais conhecida pela música de sucesso na era disco I Will Survive, ganhou o prêmio na categoria de Melhor Álbum de Raízes/Gospel por “Testimony”, seu disco mais recente.

“Quero agradecer primeiro a meu Senhor e Salvador, Cristo Jesus, pelos dons, talentos e habilidades que me foram dados para dar os passos que dei em minha vida e carreira e trazer à tona algumas músicas que falam da misericórdia, da graça, do amor, da fidelidade, da disponibilidade de Deus”, disse Gaynor em seu discurso ao receber o prêmio.

“Enquanto estava sentada lá, eu pensava comigo mesmo, todos pensamos de tempos em tempos e dizíamos ‘Oh, esse vestido é de matar. Essa música é de matar. Isso é para morrer. Bem, eu não posso te dizer o quanto me sinto abençoada por saber que Ele pensou que eu era para morrer. Ele pensou que você era de morrer. Pense sobre isso”, pregou Gloria Gaynor, fazendo referência ao plano da Salvação.

A ex-modelo lançou seu segundo livro, “Desejos da Alma”, durante a Expo Cristã em São Paulo.

 

Com os cabelos escuros e mais curtos, Andressa Urach chegou pontualmente às 14h para iniciar a tarde de autógrafos de seu novo livro, “Desejos da Alma”, fazendo o lançamento oficial na 15ª Expo Cristã, em São Paulo.

Vestida com calça e blazer rosas, Andressa pediu para contar seu testemunho rapidamente antes de iniciar a coletiva de imprensa e atender dezenas de leitores que estavam no estande da UNIPRO com seus exemplares em mãos.

Suas primeiras palavras foram: “Eu não sou mais aquela mulher da Fazenda. Aliás, quero pedir perdão a vocês pelo que vocês assistiram”.

Há quatro anos Andressa se tornou evangélica, sua conversão foi após uma complicação de saúde que a levou a morte.

Ela realmente morreu, seu coração parou de bater por alguns minutos e antes de ela voltar a viver, ela viu um espírito mal indo buscar a sua alma e desde então resolveu mudar de vida.

“Deus me deixou viva para mostrar que é possível mudar”, declarou ela. E durante a entrevista concedida exclusivamente ao Gospel Prime, Andressa falou sobre essas mudanças.

Livre das drogas, ela mudou completamente suas atitudes e também a sua aparência.

Aquele olhar rápido e a fala cheia de palavrões que foram mostrados na 6ª edição do reality show da Rede Record, não se parece nem de longe com a mulher de fala calma, que fala olhando para os olhos da entrevistadora, declarando a todo o tempo que teve um encontro com o Espírito Santo.

Foi essa experiência que a fez largar as drogas e se abster do sexo. Mas essa luta contra os desejos da alma não foi fácil, por isso ela resolveu transformar em livro essas experiências, inclusive a de ter se envolvido com seu ex-marido antes de estarem casados novamente.

“Isso não agrada a Deus [sexo antes do casamento], vai contra a Palavra e me trouxe muita culpa. Então eu acabei me casando, mas só de ser jugo desigual, como diz a Palavra de Deus, já estava errado. Eu fui ansiosa, eu achei que poderia converter qualquer pessoa. Eu sabia que não era a vontade de Deus e tentei reconstruir meu casamento com as minhas próprias mãos. O que começa errado, termina errado”.

A experiência foi difícil, mas lhe ensinou algo: “Não tem como você se casar com uma pessoa que não é da mesma fé. Eu senti isso na carne e digo que não vale a pena, você só vai se prejudicar espiritualmente”.

Questionada se sentia falta de algo que ela tinha no passado como a vida de glamour, festas e badalação, Andressa negou.

“O Senhor Jesus me completa, ele me ensinou a dar valor às coisas simples. Hoje eu gosto do silêncio, de estar em casa, não preciso sair de casa para estar feliz. Eu gosto de ficar em casa lendo a Bíblia, de estar com meu filho. Coisas que parece ser pequenas, mas que tem muita importância pra mim”, disse.

“O livro fala para as pessoas que ela não vai encontrar no mundo o que só Deus pode dar”, continuou ela. A ex-modelo buscava nas festas e nos vícios preencher um vazio da alma que hoje está ocupado pelo Espírito Santo.

Para chegar neste estado, ela contou com o apoio de pastores que a ajudaram a entender melhor as coisas espirituais, um acompanhamento que pra ela é muito importante que novos convertidos tenham.

“É sempre bom ter pessoas de Deus ao seu lado, pessoas que conhecem a Palavra e vão te dar orientações dentro da Palavra. Você é um bebezinho [na fé] então você precisa aprender tudo novo, é necessário ter alguém para te orientar”, relatou.

A mudança de Andressa Urach após a conversão gera muitos comentários maldosos nas redes sociais. Pessoas que acham que uma pessoa como ela, que experimentou as drogas e a prostituição, não podem se arrepender e ela confessa que também já pensou assim de outras pessoas.

“Eu pensava: essa pessoa aprontou e agora quer virar santa. Está se escondendo atrás da Bíblia”, confessou. 

São palavras como essa que ela recebe em suas redes sociais, mas isso não a incomoda.

“A Bíblia diz que devemos ficar felizes por sermos perseguidos por conta do nome de Jesus. Isso quer dizer que estou agradando a Deus. Então, quanto mais falam de mim, mais eu entendo que estou agradando a Jesus e hoje eu sei que estou salva e a minha salvação é o meu bem mais precioso, sei que tudo aqui é passageiro”.

 

Um fiel que se sentiu forçado por um pastor a vender o carro para doar o valor em oferta conseguiu uma vitória na Justiça, que determinou que a igreja deve devolver a quantia com correção monetária e juros.

O processo, julgado em segunda instância pelos desembargadores da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Mato Grosso dos Sul (TJMS), foi movido pelo fiel que se sentiu “sob forte influência” por parte do pastor para vender o único carro no valor de R$ 18 mil e doar a quantia à igreja. 

Além disso, o fiel e sua esposa entregaram mais R$ 1980,00 de sua aposentadoria do mês de dezembro de 2016, segundo informações do portal Campo Grande News. Os desembargadores, então, decidiram por unanimidade manter a decisão da primeira instância, que obrigava a instituição a devolver os R$ 19.980,00 ao casal de idosos, além das correções pelo período.

Na Justiça, o fiel declarou que o pastor havia prometido “operar milagres” na vida financeira do casal, no entanto, a realidade foi amplamente diferente: com a doação da aposentadoria do mês de dezembro de 2016, eles se viram sem condições de pagar contas de água, luz e outros itens básicos para a sobrevivência da família. 

Após ser condenada em primeira instância, a igreja decidiu recorrer alegando que é vedado ao Judiciário “embaraçar a liberdade de liturgia religiosa” e que “está amparada pelo exercício da liberdade de organização religiosa”, e acrescentou que não obriga os fiéis a doarem nada.

“A pessoa é livre para escolher a religião que segue como também para permanecer e cumprir o que é pregado no segmento religioso escolhido. O fiel veio de São Paulo para Mato Grosso do Sul e continuou a frequentar a igreja, o que mostra que era grande conhecedor da liturgia”, argumentou a defesa.

O advogado da igreja ainda sustentou que a contestação à doação foi feita pela família do casal de idosos, o que teria obrigado-os a buscar a Justiça. O relator do recurso, desembargador Alexandre Bastos, no entanto, não acatou a argumentação da instituição religiosa.

“A venda do único automóvel e doação da aposentadoria, diante das condições pessoais demonstradas por meio de extrato bancário, valor de benefício previdenciário, entre outros dados pessoais, são suficientes para concluir que levaram ao comprometimento da subsistência do casal”, contextualizou Bastos.

“Deve-se registrar que o mesmo teto constitucional que abriga e protege a liberdade religiosa é o que protege o cidadão e seu conjunto de direitos, sobretudo aqueles que impliquem na sua própria subsistência, sua liberdade e igualdade, integridade e moralidade nas relações a que se submete. Pelo contrário, o controle pelo Judiciário se mostrou legítimo, sem violação à liberdade de crença. Portanto, de rigor a manutenção da sentença. Conheço do recurso e nego provimento. É como voto”, concluiu o relator, que foi acompanhado pelos demais desembargadores.

Josué Valandro Jr conversou com o Gospel Prime em entrevista exclusiva. 

Em 28 de outubro do ano passado os brasileiros foram às urnas e elegeram Jair Bolsonaro com 57,8 milhões de votos.

O apoio dos evangélicos foi decisivo para esse resultado que tirou o Partido dos Trabalhadores do Poder depois de quase 16 anos de governo.

O pastor Josué Valandro Jr, da Igreja Batista Atitude, foi um dos vários líderes evangélicos que apoiou Bolsonaro publicamente, não apenas por estar insatisfeito com o governo do PT, mas também por acompanhar uma dos membros de sua igreja: Michelle Bolsonaro, hoje primeira-dama do Brasil.

Valandro Jr. foi escolhido para ministrar aos pastores durante o culto de abertura da 15ª Expo Cristã em São Paulo e conversou com o Gospel Prime fazendo uma avaliação dos primeiros meses do governo Bolsonaro.

“A eleição de Jair Bolsonaro tem mais a ver com a incompetência dos governos anteriores do que com a campanha do Jair Bolsonaro que foi muito simples e com pouco dinheiro”, disse o pastor.

Em sua visão, o Brasil escolheu um governo de direita por não aguentar mais a forma de governo que o PT instalou no país, com corrupção e a destruição de valores morais.

“As pessoas não aguentavam mais o rumo que o Brasil estava tomando, aquela roubalheira toda, e a falta de respeito com a família, aquela vontade de erotizar criança o tempo inteiro, aquela coisa de comprar sindicatos, canais de televisão, comprar tudo o que é organismo para se manter no poder”.

Josué Valandro Jr. e Michele Bolsonaro

Josué Valandro Jr. e Michele Bolsonaro. (Foto: Reprodução / Instagram)

O pastor se mostrou satisfeito com as mudanças implantadas no governo Bolsonaro e criticou a perseguição que a mídia tem feito contra o presidente.

“Eu vejo o país, em nove meses de governo, vivendo um outra realidade, os cargos que já foram destituídos, projetos que já foram instalados, projetos ruins que foram retirados, o Brasil já é outro”, declarou.

“Mas a imprensa, que perdeu verbas federais, ela bate o tempo inteiro no presidente, ela não fala uma coisa boa”.

Falando sobre a participação dos evangélicos na política, o pastor fez um alerta: “A igreja precisa entender que Bolsonaro não é Jesus, ele é um homem e como homem ele vai cometer erros também, ele não vai acertar o tempo inteiro e nós temos que sustentá-lo em oração para que a gente chegue a uma condição de ver um país melhor dentro de alguns anos”.

Jair e Michelle Bolsonaro e Josué Valandro Jr.

Presidente eleito Jair Bolsonaro participa de culto na Igreja Batista. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

Valandro disse que “quatro anos de governo não é suficiente para mudar tudo que tem que mudar neste país”, pois foram quase 20 anos “de colapso moral e governamental”, mas ele acredita que veremos melhoras. “Eu creio que a gente vai tomar um novo rumo”.

Sobre minorias, o pastor parabenizou o governo por não retirar direitos, com a manutenção do ministério da Mulher e com preservação da secretaria que cuida de direitos da comunidade LGBTQ+.

“Quero ver se vão continuar chamando de fascista, homofóbico, racista… como vão falar isso, não vai colar. Se o país já melhorou em nove meses, imagina em quatro anos”, concluiu.

 

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